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MÓVEIS RÚSTICOS
Por José Marques

Feitos em Madeira locais e por artesãos das províncias, os móveis rústicos têm o seu próprio encanto.

Ao contrário dos móveis primitivos, os rústicos eram peças geralmente bem feitas e eram a interpretação local de determinado estilo. O carvalho até a séc. XIII, eram a principal madeira usada para fazer mobiliário, em Inglaterra e também como na maior parte da Europa.

Embora as madeiras como o freixo a faia fossem utilizadas de vez em quando, não eram tão duras e resistentes como o carvalho, tal como o mogno e a nogueira se tornaram populares entre os marceneiros, o carvalho manteve-se como a madeira de campo.

Durante o princípio do séc. XVIII, as pessoas começaram a sair das comunidades feudais das casa senhoriais para unidades mais pequenas ou familiares, o que levou a uma procura de móveis mais pequenos, com as consequentes inovações.

Este mobiliários mostrava a influência das modas no modelo e nos métodos de construção. Durante o séc. XIX, surgiram versões simplificadas dos estilos citadinos mais populares, mas, nos casos em que certos tipos de móvel rústico provava ser útil, a tendência era para não se operar qualquer modificação na forma de construção. Na época vitoriana, houve um renascimento do interesse por móveis em carvalho, com muitas produções de peças anteriores, outras feitas com partes genuínas de móveis antigos.


Peritagem ao mobiliário

Para determinar de um móvel rústico e uma verdadeira antiguidade ou mesmo de fabrico mais recente, há vários a analisar e a considerar.

Embora possa ser primitiva, a talha dos móveis rústicos não é tosca, sendo mesmo de boa qualidade e bem equilibrada em relação ao próprio móvel.

Os sinais de uso são outros pontos importantes normalmente aparecem em zonas sujeitas a desgaste, como os travessões das cadeiras, os pés e as costas, arestas de portas e gavetas, e os pés de quase todos os móveis

 
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